ABHH e SBTMO alertam para o desabastecimento de imatinibe no Brasil; medicamento é indicado para tratamento de leucemia

AAssociação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), e a Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO), vêm por meio desta nota conjunta tornar pública sua consternação em relação ao desabastecimento do medicamento Mesilato de Imatinibe, indicado para pacientes de Leucemia Mieloide Crônica (LMC).

O fármaco está em falta em todo o território nacional. Para se ter uma ideia, o Instituto Nacional do Câncer estima que este ano sejam diagnosticados quase 12 mil casos novos de leucemia, sendo 15% deles de LMC.

Vale lembrar que, em novembro de 2021, foi sancionado pela Presidência da República o Estatuto do Câncer em que ficou definido, entre outros pontos, que o paciente com câncer tem direito ao acesso universal ao tratamento recomendado e adequado desde a rede primária até alta complexidade, incluindo assistência de fármacos indicados.

A distribuição do fármaco em questão, assim como outros, é centralizada pelo Ministério da Saúde, que repassa às Secretarias de Saúde dos estados para, então, serem entregue aos hospitais.

Com base nesta expectativa, vimos por meio desta solicitar publicamente às autoridades regulatórias a máxima urgência e atenção ao cenário para que centenas de pacientes não tenham seus tratamentos impactados pelo trâmite logístico e burocrático. O tema, foi inclusive, repercutido em uma matéria no Jornal Nacional da TV Globo no dia 08 de janeiro: “Pacientes que dependem de medicamentos do Ministério da Saúde estão recorrendo a doações”

Tanto ABHH quanto SBTMO têm conhecimento de que esta não é a primeira vez que ocorre a falta deste fármaco, o que torna urgente encontrar soluções para que esta situação não mais se repita.

Atenciosamente,

José Francisco Comenalli Marques Junior, presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH)

Angelo Maiolino, vice-presidente da ABHH e diretor do Comitê de Acesso a Medicamentos e de Mieloma Múltiplo

Fernando Barroso, Presidente da Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBtMO)

Citometria de Fluxo para monitorar a DRM-LLAb – é possível padronizar as análises?

Com 21 laboratórios envolvidos, projeto pioneiro da SBTMO e Amgen, tem demonstrado que sim

Está em andamento no Brasil, um programa pioneiro para padronização da avaliação da Doença Residual Mínima (DRM) em pacientes com Leucemia Linfoblástica Aguda de linhagem B (LLApB): o Projeto DRM-LLAb SBTMO-Amgen.

Com 21 laboratórios de citometria de fluxo que assistem aos centros de transplante de medula óssea nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste (confira lista abaixo), o Projeto teve início em agosto de 2019, com o propósito de promover as melhores práticas de avaliação da doença, com base no protocolo do consórcio de universidades europeias, o EuroFlow.

Neste um ano de atividades, o Projeto já tem contribuído com a qualificação dos laboratórios.

Sob a coordenação da hematologista especialista em citometria de fluxo, Maura R. Valério Ikoma-Colturato, do presidente da SBTMO, Nelson Hamerschlack, e da hematologista e membro da Sociedade, Belinda P. Simões, o Projeto já gerou dois estudos científicos, publicados em periódicos nacionais:

Minimal residual disease in Acute Lymphoblastic Leukemia in the context of hematopoetic stem cell transplantation  – Publicado na 1ª edição de 2020 do periódico científico da SBTMO, o Journal of Bone Marrow Transplantation and Cellular Therapy (JBMTCT). O artigo pode ser acessado aqui

Minimal residual disease assessment in acute lymphoblastic leukemia by 4-color flow cytometry: Recommendations from the MRD Working Group of the Brazilian Society of Bone Marrow Transplantation – Publicado em 21/11/2020, na Hematology, Transfusion and Cell Therapy pelo Grupo de DRM da SBTMO. O artigo, bem como seus suplementos – os quais contêm instruções de suporte sobre os processos de padronização, podem ser acessados aqui.

Para a Dra. Maura, que também assina ambos os artigos como autora principal, o Projeto “contribuirá com a uniformização da prática da DRM por citometria de fluxo no país, e possibilitará uma melhor avaliação da resposta nas fases críticas do tratamento, pela utilização de protocolo de alta sensibilidade e reprodutibilidade, trazendo ainda maior segurança na indicação do transplante de medula óssea (TMO), por meio do monitoramento da carga tumoral da doença, e dentro desse contexto ainda; e como marcador precoce de uma possível recaída”.

Confira os 21 laboratórios integrados ao Projeto:

  • DASA RJ
  • DASA SP
  • Laboratório Citometria – Getúlio Sales Diagnóstico (Natal/RN)
  • Laboratório de Citometria – Hospital Erasto Gaertner
  • Laboratório de Citometria de Fluxo – Hemoce
  • Laboratório de Citometria de Fluxo – Santa Casa de POA
  • Laboratório de Citometria de Fluxo do HCFMRP-USP
  • Laboratório de Citometria de Fluxo do Hospital de Amor Barretos
  • Laboratório de Citometria de Fluxo HIAE
  • Laboratório de Citometria de Fluxo IMIP
  • Laboratório de Imunofenotipagem – HUCFF/FM/UFRJ
  • Laboratório de Imunofenotipagem HCUFPR
  • Laboratório de Imunofenotipagem N. Sra. Das Graças
  • Laboratório de Imunologia do Serviço de Atividades Laboratoriais do CEMO / Inca
  • Laboratório de Marcadores Celulares |Hemosc/CEPON – Florianópolis
  • Laboratório LAC – Nossa Senhora da Conceição – Porto Alegre
  • Laboratório Médico Santa Luzia
  • Núcleo de Oncologia e Hematologia | Santa Casa BH
  • Oncobio
  • Sabin Medicina Diagnóstica
  • Serviço de Diagnóstico Laboratorial do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (SDLAB – HCPA)

Eleitos os membros da nova gestão do Grupo de Trabalho de Gerenciadores de Dados em TCTH da SBTMO

Foram eleitos os novos coordenadores do Grupo de Trabalho de Gerenciadores de Dados em TCTH da SBTMO – gestão 10/2021 a 10/2023.

Conheça cada um dos integrantes desta nova gestão:

Presidente: Cinthya Muniz Corrêa Rocha da Silva 

Vice-presidente: Anderson João Simione

Coordenadora de trabalhos científicos: Heliz Regina Alves das Neves

Suporte científico: Paula Moreira da Silva Sabaini

Suporte administrativo e científico: Bruna Letícia da Silva Santos Geraldo

Suporte CIBMTR: Monique Ammi

Para este próximo biênio, os gerenciadores de dados têm como perspectivas e metas:

• Incluir novos membros no grupo dos GDs;

• Elaborar os POPs: Atribuições de cada cargo do GTGD e Organização do serviço para iniciar o registro de dados;

• Aumentar o número de centros que realizam o reporte de dados ao CIBMTR;

• Incentivar 100% dos centros de TCTH a participarem do RBTCTH;

• Elaborar cronograma científico para envio de trabalhos, como: abstracts, artigos e aulas;

• Incentivar a organização das próximas chapas para compor o GTGD;

• Organizar e capacitar os GTGDs, por regiões – Processo de regionalização;

• Expandir o modelo de gerenciamento de dados brasileiro, como: formação de grupo de trabalho, capacitação dos GDs e organização da infraestrutura dos centros para a América Latina;

• Desenvolver tutorias para preenchimento das fichas do CIBMTR;

• Atualizar o summary slides do Brasil;

• Renovar a certificação via SBTMO e SNT dos centros brasileiros;

• Consolidar o projeto do espaço no site da SBTMO aos sócios para consultarem aulas e outros materiais dos GDs;

A pedido da equipe de comunicação da SBTMO, Cinthya compartilhou algumas palavras quanto ao sentimento do grupo, que caminha para seus 3 anos de existência enquanto grupo, em uma atividade ainda pouco conhecida no país. “No princípio, éramos três: Anderson (ou Ander), Heliz e eu. Nos chamavam carinhosamente de ‘os três mosqueteiros’. Agora,  somos mais de 20 GDs espalhados por todo o Brasil e nós ‘5’: Ander, pacífico, genial na gestão e análise dos dados; Heliz, madura e de uma inteligência ímpar; Bru, excelente comunicadora e domínio de treinamento e Paulinha, resoluta e assertiva nas colocações, além da fluência em inglês. Olhar para o início da nossa jornada e ver os passos que estamos trilhando, muito nos honra. Fazer parte deste processo de consolidação dos gerentes de dados do Brasil é desafiador, mas, caminhamos com a certeza de que valerá à pena”. 

Ao grupo geral dos GDs, em nome do GTGD, agradecemos o empenho em fazer acontecer o registro do Brasil, através do preenchimento do CIBMTR, e de outros registros para se fazer conhecido os outcomes do país e favorecendo principalmente o paciente.

“Nossa expectativa é dar continuidade aos projetos iniciados desde a criação de nosso GT, como a expansão do Registro Brasileiro do Transplante de Células- Tronco Hematopoiéticas (RBTCTH) e a geração do 1º Summary Slides do Brasil. Agradecemos à diretoria anterior da SBTMO, na figura do Dr. Nelson Hamerschlak, por ter acreditado na importância do Gerenciamento de Dados para compreensão do cenário do TMO em nosso País. É preciso mencionar a valorosa contribuição do Dr. Marcelo Pasquini e da Monique Amni, que representam o CIBMTR. Esperamos seguir juntos neste ritmo, alcançando o propósito da nossa Sociedade, por meio da nova diretoria, que tem à frente Dr. Fernando Barroso”, relata ela.

A SBTMO aproveita para desejar a todos os GDs uma excelente gestão.

Consenso de TCTH Pediátrico é publicado no JBMTCT

Foi lançado na manhã desta sexta-feira, 3 de dezembro, a nova edição do Journal of Bone Marrow Transplantation and Cellular Therapy (#JBMTCT) – Diretrizes Nacionais em TCTH Pediátrico!

Acesse e confira https://bit.ly/jbmtct-consenso-tcth-pediatrico-2021

Para oficializar a publicação do novo número do periódico, as recomendações foram apresentadas durante webinar coordenado pelo Grupo de Trabalho de TCTH Pediátrico SBTMO/SOBOPE, que contou com a participação do Dr. Fernando Barroso, presidente da SBTMO; e das Dras. Carmem Bonfim (Comitê Cientifico TMO Pediátrico ) e Adriana Seber (ex-coordenadora do GT Pediátrico e diretora da Sociedade).

As apresentações ficaram por conta da Dra. Liane Daudt (HCPA-UFRGS), que trouxe destaques do “Consenso em doenças malignas: Indicações para as leucemias agudas e crônicas, mielodisplasias e recaída pós TCTH”; na sequencia, foi a vez da Dra. Cilmara Kuwara (HPP) falar sobre o “Consenso de TCTH autólogo: Indicações em linfomas e tumores sólidos”.

Em seguida, Dra. Alessandra Gomes (Itaci e HSL) compartilhou com todos alguns dos pontos-chave acerca das “Complicações precoces e tardias”.

Por fim, o coordenador do GT, Dr. Luiz Guilherme Darrigo-Junior (HCFMRP-USP) mostrou as indicações para as “Doenças não malignas precoces.

Na foto alguns dos participantes do Consenso.

Nota de pesar Dr. Waldir Veiga Pereira

É com extremo pesar que comunicamos o falecimento do médico e amigo Waldir Veiga Pereira, um grande mestre e professor de nosso tempo. O especialista, nascido no Rio Grande do Sul, foi um pioneiro na área de Hematologia e Oncologia. Dedicou sua vida à pesquisa e ao atendimento de crianças e adultos.

Em 2012 foi contemplado com o recebimento do título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Santa Maria, onde foi estudante de medicina em 1960. Sua contribuição a comunidade científica brasileira é inestimável e, com certeza, manterá o seu legado para a eternidade.

Aos familiares, amigos, pacientes e alunos nossas condolências.

Diretoria SBTMO

Eleitos os novos coordenadores do GT de Pediatria da SBTMO/SOBOPE

É com muita alegria que anunciamos a todos que foram escolhidos os novos coordenadores do Grupo de TMO Pediátrico SBTMO/SOBOPE – período de 2021 a 2023:

A nova gestão será composta pelos colegas:

Coordenador:  Dr. Luiz Guilherme Darrigo Junior            

Vice-Coordenadora: Dra. Alessandra Gomes                                 

Secretária: Dra. Cilmara Kuwahara                                                  

Comitê Científico: Dra. Carmem Bonfim e Dra. Liane Daudt.

A Pediatria é um dos eixos que integram os GTs da SBTMO, juntamente com GEDECO; Citometria de Fluxo, Gerenciamento de Dados, Práticas de Laboratório e Terapia Celular.

A SBTMO deseja a todos uma excelente gestão!

Você já ouviu falar na “Síndrome Mielodisplásica”?

Hoje, 25 de outubro, é Dia Mundial da Conscientização sobre este, que é um tipo de câncer no sangue. Trata-se de um distúrbio de insuficiência da medula óssea, que ocorre quando a medula óssea não produz glóbulos vermelhos, glóbulos brancos ou plaquetas suficientes, ou quando as células sanguíneas produzidas estão danificadas ou defeituosas. Isso significa que o corpo não pode se abastecer com o sangue de que necessita.

A MDS Foundation, uma organização internacional de apoio aos pacientes e familiares com SMD, criou esta data para chamar a atenção da população mundial sobre a existência da doença, visto que o diagnóstico correto e precoce é fundamental para alcançar uma sobrevida, inclusive, livre da doença.

O transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) é considerado a única maneira de potencialmente curar a SMD. Por isso, a SBTMO apoia esta campanha mundial, para ampliar as chances dos pacientes com SMD de alcançarem o tratamento adequado em tempo e, se houver indicativo de transplante, poder ser uma opção terapêutica segura. Entre os 32 centros que integram o grupo latino-americano de TCTH, o Brasil é o que possui maior índice de TCTHs realizados no período de 1988 a 2019.

A perspectiva é que haja de 22 a 45 casos por ano a cada 100.000 pessoas no mundo, o que inclui o Brasil. Mais comum entre a população de idosos, estima-se que 75% dos pacientes têm mais de 60 anos de idade. Por ser ainda subdiagnosticada, é difícil precisar o número exato de pessoas com SMD. Mas, atenção: embora mais raro, a doença também pode afetar pessoas mais jovens e, até mesmo, crianças.

Aproximadamente 30% dos pacientes com SMD podem evoluir para leucemia mieloide aguda (LMA), um tipo de câncer no sangue ainda mais agressivo. Por isso, as SMDs podem ser conhecidas como “pré-leucemia”. Como a maioria dos pacientes não desenvolve leucemia, a SMD costumava ser classificada como uma doença de baixo potencial maligno.

Os sintomas gerais associados à SMD podem incluir fadiga, tontura, fraqueza, hematomas e sangramento, infecções frequentes sem causa aparente e dores de cabeça.

A SMD tem características semelhantes às de outras doenças do sangue, como as anemias, que precisam ser consideradas antes de se chegar ao diagnóstico correto. Por isso, além de uma avaliação clínica completa, bem como análise do histórico do paciente, um exame da medula óssea (biópsia), é indicado quando as formas de anemia mais facilmente tratáveis já foram excluídas pela equipe médica.

A SBTMO apoia esta campanha mundial de Conscientização sobre SMD. Com conhecimento será possível ampliar as chances dos pacientes alcançarem o tratamento adequado em tempo e, se houver indicativo de transplante, que possa ser uma opção terapêutica segura.

Fontes de informações utilizados neste material:

What is MDS – MDS Foundation https://www.mds-foundation.org/what-is-mds/

Myelodisplastic Syndromes – Rare Diseases Organization – https://rarediseases.org/rare-diseases/myelodysplastic-syndromes/

What are Myelodysplastic Syndromes? American Cancer Society. https://www.cancer.org/cancer/myelodysplastic-syndrome/about/what-is-mds.html.

Duarte FB, Moura ATG, Funke VAM, Colturato VAR, Hamerschlak N, Vilela NC, Lopes LF, de Almeida Macedo MCM, Vigorito AC, de Almeida Soares RD, Paz A, Stevenazzi M, Diaz L, Neto AEH, Bettarello G, de Gusmão BM, Salvino MA, Calixto RF, Moreira MCR, Teixeira GM, da Silva CC, Simioni AJ, Lemes RPG. Impact of Treatment Prior to Allogeneic Transplantation of Hematopoietic Stem Cells in Patients with Myelodysplastic Syndrome: Results of the Latin American Bone Marrow Transplant Registry. Biol Blood Marrow Transplant. 2020 May;26(5):1021-1024. doi: 10.1016/j.bbmt.2020.01.030. Epub 2020 Feb 27. PMID: 32112981. Disponível em https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32112981/

Registro Brasileiro de TMO: você já conhece?

Você já conhece o “Registro Multicêntrico de Transplantes de Células-Tronco Hematopoéticas (TCTH) autólogos e alogênicos para doenças malignas e não malignas realizados no Brasil e relatados no Center for International Blood and Marrow Transplant Research (CIBMTR)”?

Idealizada pela SBTMO em parceria com o CIBMTR, a iniciativa conta com o apoio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e tem como propósito desenvolver um Registro Brasileiro de TMO, que poderá inclusive gerar dados para o SNT e, também, para o RBT/ABTO, possibilitando o acesso a um panorama do TCTH nacional. Além disso, os centros participantes são certificados pela SBTMO, com o apoio do SNT.

Atualmente, o programa conta com um total de 56 centros aprovados pela CONEP para enviar os dados do TCTH ao CIBMTR (confira a lista de centros aqui) dos quais 28 já estão ativos no registro.

Participe! Para iniciar o processo, clique aqui e preencha a ficha de cadastro para obter os dados dos centros e CEPs, e fazer a inclusão de seu centro no estudo.

Você pode enviar uma mensagem manifestando o interesse em fazer parte do programa também para o e-mail: registrobrasileiro@sbtmo.org.br ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Confira também: Os primeiros resultados do estudo “Registro multicêntrico de Transplantes de Células – Tronco Hematopoéticas (TCTH) autólogos e alogênicos para doenças malignas e não malignas realizados no Brasil e relatados no Center for International Blood and Marrow Transplant Research (CIBMTR)” podem ser acessados, clicando no botão abaixo. 

Inédito, o material apresenta um balanço das ações e indicadores gerados com base nos dados coletados entre 2008 a 2019, junto a 24 centros de TCTH brasileiros, que reportaram seus dados ao registro neste período . Ao todo, foram registrados 7.264 Transplantes.

Setembro tem 3ª Café com Terapia Celular

Atividade será dia 10 de setembro. Inscreva-se!

SBTMO apresenta: 3º Café com Terapia Celular

Quer ficar por dentro das novidades e controvérsias que existem no campo da terapia celular?

Prepare-se: 10 de setembro, às 7:15, teremos o 3º Café com Terapia Celular da SBTMO”, um projeto idealizado por nossa Sociedade, por meio do seu Grupo de Trabalho de Terapia Celular (GTTC).

Artigo selecionado: Allogeneic CART Cells more than ease of acess (Cells. 2018 Oct 1;7(10):155)

Pesquisador Convidado: Dr. Reuben Benjamin – Consultant Haematologist at King’s College Hospital NHS Foundation Trust and Honorary Senior Lecturer.

Coordenadores Dra. Andreza Feitosa Ribeiro (HIAE e Rede D’Or) e Dr. Marco Aurélio Salvino (HC-UFBa e H. São Raphael)

As inscrições* estão abertas! Esperamos você para debater as Hotnews da TC mundial! 

*atividade exclusiva para associados SBTMO

Sobre o Café com TC: Toda 2ª sexta-feira do mês, os coordenadores do Grupo de Trabalho de Terapia Celular da SBTMO (GTTC), Dra. Andreza Ribeiro e Dr. Marco Salvino, recebem um pesquisador convidado para comentar e debater um artigo científico de referência.